MURMÚRIO DO CREPÚSCULO
Na penumbra do entardecer, sombras se alastram,
dançam nas paredes onde ecos se arrastam.
Pelas janelas, a luz desfalece,
num beijo final que a noite tece.
Um corvo vigia, em silêncio, ao longe,
como guardião do mistério que se esconde.
E nas pedras frias, histórias são escritas,
por mãos invisíveis, sombras benditas.
O tempo para, suspenso no ar,
e o crepúsculo sussurra, a nos encantar!