A MÁQUINA DO TEMPO
Neste clássico visionário, H. G. Wells inaugura a viagem temporal como metáfora da curiosidade humana e da inquietação frente ao futuro. O Viajante do Tempo testemunha a evolução — e a decadência — da humanidade, encontrando sociedades que refletem nossos próprios medos e desigualdades.
A obra é ágil, imaginativa e assustadoramente atual, mostrando que o futuro sempre ecoa os erros do presente. Um marco da ficção científica que continua vivo, pulsante e provocador.