O BANCO DA PRAÇA
Um banco esquecido na praça é mais que madeira e pregos: é testemunha silenciosa de vidas que se cruzam. Ali se sentam idosos que contam histórias sem pressa, crianças que descobrem a vida em corridas e risadas, e estranhos que, por instantes, compartilham a mesma sombra.
O vento passa e traz folhas, risos e murmúrios; a luz se transforma ao longo do dia, pintando o banco de cores diferentes.
Cada passo de quem passa, cada gesto de quem permanece, faz daquele espaço um microcosmo onde o tempo parece gentil, onde o cotidiano revela sua poesia discreta.
Sentar-se ali é perceber que a vida existe nos detalhes, nos pequenos encontros que ninguém nota, mas que carregam a essência do que somos.