O ALENTO DA ALMA
Sinto o calor que em brasa me consome,
No curto instante em que teus olhos toco.
O mundo para, perco o brilho e o foco,
Pois minha voz se perde no teu nome.
O ar se esvai, o peito se comprime,
Nesse desejo em que me sinto louco;
Teu riso é muito, e o resto é quase pouco,
Pois tua luz em mim se faz sublime.
Tua beleza é brilho que entontece,
Um sonho vivo em que pretendo estar,
Enquanto o coração no peito aquece.
Viver contigo é o que me faz vibrar,
Pois quando o teu carinho me aparece,
Encontro o céu no ato de te amar.