Ressurjo sempre das próprias cinzas,
Nenhuma queda me faz parar.
Mesmo que as horas pareçam cinzas,
Aprendi como me levantar.
Minhas batalhas são precisas,
Para o topo eu sei olhar.
Ressurjo sempre das próprias cinzas,
Nenhuma queda me faz parar.
Sigo as metas que são balizas,
No horizonte que é o meu lugar.
Sinto no rosto as doces brisas,
De quem nasceu para brilhar.
Ressurjo sempre das próprias cinzas!

Autoria: Lucas Louis.