O FAROL DA MADRUGADA
A luz que luminária repousa no papel como um sol solitário,
Enquanto o mundo lá fora mergulha no sono de um mar sem fim,
O poeta desperta e retira as palavras de seu relicário.
As sombras projetam fantasmas de versos que nunca foram ditos,
Entre o som do silêncio e o pulsar da caneta na brancura do papel,
Nascem frases que são, na verdade, os nossos mais íntimos gritos.
A madrugada é o palco onde a verdade se despe do medo.
Escrever é desvendar o mais puro encanto e segredo!...

Autoria: Lucas Louis.