O GALOPE DA AREIA
O tempo foge entre as mãos,
Em um galope que não para.
A juventude, outrora clara,
Vira lembrança e vãos desvãos.
Perdem-se os dias e então,
O espelho mostra a nova cara.
O tempo foge entre as mãos,
Em um galope que não para.
Não servem preces nem perdões,
Pois o destino não se ampara
Na brevidade que nos separa.
Restam apenas os corações...
O tempo foge entre as mãos.

Autoria: Lucas Louis.