O GUARDIÃO DO ALENTO
No seio do hospital, ergue o alicerce,
Que o pérfido repúdio ao tempo afronta.
Amor que na altanera alma desponta,
Em vampros de aflicção jamais perece.
A chama do respeito que complete
O esteio contra a trística ansiedade,
É germen de precelsa unanimidade,
No osteio de hercíleo lavro elete.
Diretor que conduz o bom caminho,
Os juntos somos fortes e optimates,
Afastando o deserto do sozinho.
Meu pai, tu és o farol, espelho e guia,
Que apena todos estes fortes embates,
No apógeo que abençoa o nosso dia.

Autoria: Lucas Louis
França/Paris: 10.06.26