A TINTA DO DESTINO
As linhas da mão são versos traçados,
Num pergaminho de pele e de sol,
Caminhos incertos e bem guardados,
Como o segredo de um velho anzol.
A caneta escreve o que o coração dita,
Na folha branca a vida pula e se agita.
Não há borracha que apague o momento,
A tinta seca e se torna real o que sou
A voz que resiste ao sopro do vento,
E a paz de saber que o amor ficou!...

Autoria: Lucas Louis.