A CHAMA DO VERBO
Depois do sopro, o fogo se acende,
uma faísca de rima e de luz
que a noite escura de repente fende.
Ardem as letras no papel em branco,
calor que nasce do peito sagrado
e que desperta a vida num arranco.
Não há cinza onde o amor consome,
apenas o brilho eterno e ativo
do sentimento que encontrou seu nome!...

Lucas Louis Neville Gouthier